terça-feira, 15 de março de 2011

Por uma energia mais limpa


A recente ameaça de um acidente nuclear no Japão reacendeu a discussão sobre a segurança nas localidades próximas a usinas nucleares. Nesse cenário, vale a pena trazer à tona a reflexão sobre os benefícios de investir mais em energias renováveis.
As usinas nucleares e as termoelétricas são fontes de energia não renováveis, pois têm reservas finitas (combustíveis fósseis como gasolina, petróleo, gás natural ou carvão no caso das termoelétricas e urânio ou plutônio nas nucleares). Já as fontes de energias renováveis são originadas graças ao fluxo contínuo de energia proveniente da natureza.
A energia retirada de fontes renováveis é considerada energia limpa, pois não gera substâncias poluentes ao meio ambiente como resultado do processo. Os principais recursos naturais utilizados na obtenção de energia limpa são:

Sol: energia solar

Vento: energia eólica


Rios e correntes de água doce: energia hidráulica


Marés e oceanos: energia mareomotriz e energia das ondas


Matéria orgânica: biomassa


Calor da Terra: energia geotérmica


O Brasil é riquíssimo em fontes de energias renováveis, que poderiam ser melhor e mais utilizadas. Na nossa matriz energética, representação quantitativa da quantidade de recursos energéticos, 45,3% da produção é proveniente de fontes como recursos hídricos, biomassa e etanol, além das energias eólica e solar. As usinas hidrelétricas são responsáveis pela geração de mais de 75% da eletricidade do país.

De acordo com o coronel aviador Jomari Toscano Dantas, autor do estudo "Energia Renovável: uma alternativa brasileira", apresentado na pós-graduação da Escola Superior de Guerra, o Brasil poderia ter ganhos na área energética expandindo projetos de energia eólica, energia solar e biomassa. O especialista cita, por exemplo, o aproveitamento da energia da água por mini hídricas, utilizando pequenos rios para obtenção da energia necessária para localidades menores, deixando as grandes hidrelétricas para os parques industriais. Essas pequenas centrais hidrelétricas causam menor impacto ambiental do que as grandes usinas e ainda colaboram para reduzir o êxodo para as grandes cidades.
"O Brasil conta com condições excepcionais para o cultivo de biomassa, apresenta uma cobertura solar favorável e extensão de terra não é problema por aqui", lista o coronel Jomari. "A situação brasileira de potencial renovável é privilegiada".


Grande potencial
O estudo Revolução Energética, divulgado no final de 2010 pelo Greenpeace, em parceria com especialistas do setor, mostra que o Brasil tem potencial para tornar-se 93% renovável nos próximos 40 anos, com investimentos em energia limpa. Pelas projeções do relatório, 26,4% da energia que consumiremos será solar e eólica.

De acordo com o Greenpeace, a estratégia para viabilizar essa "revolução" pode ser a mudança na legislação do setor elétrico. A aprovação do Projeto de Lei 630/2003, que está em tramitação na Câmara prevê, por exemplo, a realização obrigatória de leilões anuais de energia eólica e de biomassa e a criação de um fundo para financiar pesquisa e tecnologia para energias limpas.


Para continuar a refletir sobre o tema:

Relatório Revolução Energética, do Greenpeace - http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/A-revolucao-brasileira/

Portal Brasileiro de Energias Renováveis- http://www.energiarenovavel.org/


Imagem: Greenpeace



sexta-feira, 11 de março de 2011

Número de brasileiros acima do peso cresce em 1,5% por ano, diz pesquisa

Fonte: Globo Reporter - Edição do dia 11/03/2011


A pesquisa, realizada em 27 capitais, registra que hoje 52,1% da população masculina e 44,3% da feminina estão com o IMC acima da média.
Isabela Assumpção
São Paulo, SP

O Brasil dos anos 70 era um país bem diferente, mas nós crescemos, nos modernizamos e engordamos. Quem imaginaria que, nestes 40 anos, um em cada dois brasileiros sofreria com o excesso de peso? A estatística inédita do Ministério da Saúde revela dados alarmantes. A cada ano, cresce em 1,5% o número de brasileiros acima do peso. E nesse panorama, os homens aparecem em maior número do que as mulheres. Tem mais homens fora de forma do que mulheres.
Desde 2006, o índice de brasileiros gordos ou obesos é maior do que o índice das brasileiras. A pesquisa, realizada em 27 capitais, registra que hoje 52,1% da população masculina e 44,3% da feminina estão com o Índice de Massa Corporal (IMC) acima da média. Esse índice calcula o peso ideal de uma pessoa a partir da altura, idade e peso. Será que esse Brasil gordo vai conseguir diminuir os excessos e entrar em forma?



Um homem Inteligente Falando das Mulheres


O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.
Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

Habitat:
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

Alimentação correta:
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo' no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

Flores:
Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.


Respeite a natureza:
Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram , gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso. Não tolha a sua vaidade É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom... Cérebro feminino não é um mito
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres. Não faça sombra sobre ela.
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.

Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.
Só tem mulher quem pode!

 Luiz Fernando Veríssimo



quarta-feira, 9 de março de 2011

Votação do Código Florestal é adiada

    Após semanas de embates na Câmara dos Deputados envolvendo ruralistas e ambientalistas sobre o relatório do novo Código Florestal, elaborado pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), quarta-feira (dia 2) teve fim o primeiro round da disputa.
    Após uma reunião dos parlamentares com o presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), o projeto foi retirado da pauta de votações do dia 22 de março, quando iria à apreciação do plenário.
    Agora o relatório do novo Código Florestal precisará passar por uma comissão formada por representantes da bancada ruralista, ambientalistas, representantes do governo e da oposição antes de ser votado.
     Vice-líder do PT na Câmara, Fernando Marroni, elogiou a decisão de adiar a votação da proposta. Segundo ele, é preciso evitar que o relatório seja votado sob pressão para que não ocorram distorções que possam resultar em prejuízos futuros.
   “Vamos continuar debatendo o novo Código Florestal com a sociedade e os setores envolvidos neste processo”, disse o deputado, que estuda o relatório de Aldo Rebelo com o objetivo de estabelecer a posição da bancada petista em relação ao tema.













quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Contra o tabagismo


  Cada um deve ter o direito de se matar do jeito que bem entender. Afinal, vivemos em democracias liberais. Mas não pode tentar levar junto seus colegas, amigos, amores ou simples conhecidos. O mundo anda cada vez mais bizarro. O leitor Renato Sant''Anna me chamou a atenção para o processo no Tribunal do Banco Mundial, movido pela Philip Morris, contra as políticas antitabagismo do Uruguai. A poderosa empresa americana de cigarros acha-se prejudicada nos seus ganhos pelas decisões das autoridades uruguaias. Consta que, em três anos, 115 mil hermanos deixaram de fumar. A Philip Morris não pode aceitar que tantas vítimas escapem assim das suas presas. O Uruguai é pequeno. Mais fácil, quem sabe, de pressionar. Por que a Philip Morris não processa as cidades americanas que estão proibindo fumar em praças?

   Uma das melhores coisas dos últimos anos é o cerco aos fumantes. Os "realistas" diziam que nada mudaria. Riam da ingenuidade dos críticos do tabagismo. Citavam as verbas publicitárias como prova de que a indústria do cigarro ganharia qualquer batalha. Erraram tudo. O Uruguai é que deveria processar a Philip Morris pelos estragos causados ao longo do tempo à população do país. A fúria da empresa é maior na medida em que os uruguaios acabaram com certas propagandas enganosas, como essa história de baixos teores, light, suave e ultralight. Os americanos, quase sempre fundamentalistas em tudo, caminham para a proibição do cigarro. É um erro. Vai gerar tráfico, violência e tudo o que vem com a interdição. Mas o cerco deve continuar e ser impiedoso.
  
   Tenho amigos que fumam. Gosto deles. Quero que tenham vida longa. Espero que encontrem coragem para abandonar esse vício idiota. A Taline Oppitz já largou. O Márcio Beher também. Eu tentei fumar quando era jovem. Era fumaça para todo lado. E nenhum barato. Larguei. Adotei um princípio: nada que cause dependência é legal. Isso não tem a ver com moralismo. É puro desejo de conservar a máquina em dia mais tempo. Até água em excesso faz mal. Comprei a enciclopédia Universalis de um amigo fumante há 15 anos. Tem cheiro de cigarro até hoje. Não dá para abrir. Nada mais patético do que ver grupinhos de pessoas no frio ou praticamente na chuva, embaixo de abas de concreto, só para fumar. Saudades dos tempos panfletários: viva o Uruguai! Abaixo a Philip Morris! Precisamos planejar o futuro daqueles que hoje vivem do fumo no Rio Grande do Sul. É preciso encontrar logo culturas de substituição. O fumo vai virar fumaça.

   Apesar dos impostos pesados, o cigarro ainda é muito barato. A Philip Morris ajuda a produzir doentes que vão parar em hospitais públicos. O Uruguai deve reclamar indenização pelos doentes que já cuidou e pelos que continua cuidando. E dizer que um dia foi possível dar aula fumando, apresentar telejornal fumando, entrar em igreja fumando. E dizer que havia quem acreditasse só ser capaz de ter boas ideias fumando, ou seja, praticando uma má ideia. Todo mundo pode deixar de fumar. É só querer.

Juremir Machado da Silva
juremir@correiodopovo.com.br












domingo, 6 de fevereiro de 2011

Irmandade Muçulmana pode substituir Mubarak


                                      POR: JURANDIR SOARES



   O presidente do Egito, Hosni Mubarak, trocou todo o seu governo na esperança de se manter no poder. Não adiantou. Os protestos contra ele continuaram. O que é natural. O povo quer é a mudança do governante, desgastado por 30 anos no cargo. A oposição quer seguir o exemplo da vizinha Tunísia, onde as manifestações populares derrubaram, a 14 de janeiro, o ditador Zine El Abidine Ben Ali. Fala-se que, se Mubarak cair, quem poderia assumir é o Prêmio Nobel da Paz de 2005 e ex-chefe da Agência Internacional de Energia Atômica, Mohamed ElBaradei. Ele inclusive foi para o Egito na quinta-feira da semana passada, somando-se aos protestos contra Mubarak. ElBaradei, no entanto, tem pouca identificação com o seu país. Viveu o último quarto de século na Áustria, dedicando a maior parte desse tempo à Aiea, a agência nuclear da Organização das Nações Unidas. Não sedimentou vínculos políticos em seu país, faltando-lhe, portanto, capacidade de aglutinação para conciliar as partes em disputa.

   Outro nome que surge como alternativa, e este com maior força, é o vice-presidente Omar Suleiman. É preciso ressaltar que ele resultou vice na reforma de governo que Mubarak fez na semana passada, porque, até então, ninguém ocupava o cargo. Diferentemente de ElBaradei, Suleiman tem uma ampla atividade política no Egito. Durante muito tempo ele foi o responsável pela política de segurança do país árabe, o que lhe permitiu um amplo relacionamento não só interno, mas também externo. É o homem apontado pelos Estados Unidos para fazer a transição. Aliás, os norte-americanos, que sempre deram apoio a Mubarak, sentiram que não há mais como sustentá-lo. E já indicaram que defendem um governo de transição com Suleiman à frente.

   No entanto, os EUA se dizem defensores da democracia e dos preceitos de liberdade de imprensa e liberdade de ir e de vir. Não era o que Mubarak praticava e, seguramente, não será o que Suleiman ou ElBaradei irão praticar se, simplesmente, um deles for colocado no poder sem a realização de eleição. Aliás, o que se espera é eleição com voto universal, mas sob supervisão internacional. E não eleições controladas, como Mubarak fazia. O problema para os EUA e seus aliados europeus é que, se for realizada eleição no Egito, quem deve vencer facilmente, segundo as previsões, é a Irmandade Muçulmana, maior movimento de oposição. Movimento este que está estruturado não só no Egito, mas em todos os países da região onde há agitação. E aí é que está o problema.

    Estes islâmicos do movimento estão muito mais para o Irã de Ahmadinejd do que para os EUA de Obama. E aí fica o dilema para Washington: como defender a democracia, se esta irá levar ao poder o inimigo. É o preço de não ter avaliado corretamente a durabilidade da autocracia aliada de Mubarak e de tantos outros no mundo árabe, que estão correndo o mesmo perigo.

   Assim é que o problema não é só do Egito, mas de toda a região. Inclusive de Israel. Vale lembrar que o Egito liderou as quatro guerras que o mundo árabe travou contra Israel, desde a fundação do estado judaico em 1948. E, ao assinar o acordo de paz com o Egito, em 1979, Israel trouxe para o seu lado o seu principal inimigo. Assim, o medo, não só de Israel, mas também das monarquias do Golfo Pérsico, é de que no Egito venha a se repetir o que aconteceu no Irã em 1979, ou seja, a Revolução Islâmica que derrubou o xá Mohamed Reza Pahlevi, aliado do Ocidente, e colocou no poder o aiatolá Ruhollah Khomeiny. Uma revolução que provocou uma reviravolta no jogo geopolítico da região.

    O pior para o Ocidente é que no Egito a ascensão dos fundamentalistas islâmicos pode se dar, não por uma revolução, mas pela força do voto. Na Argélia, em 1993, a Irmandade Muçulmana venceu a eleição, mas não levou. Foi impedida de assumir pela força das armas. Assim, não é sem razão que este é mais um dos países do Magreb que enfrenta protestos antigovernamentais.

   Voltando ao Egito, a grande incógnita que se estabelece é com relação ao Exército. A Polícia, se sabe, se vestiu à paisana e foi para as ruas, como se fosse adepta de Mubarak, para enfrentar os opositores, que protestavam pacificamente. O Exército procurou se manter neutro, travando cordial relação com a população, que até flores lhe ofereceu. E foi interessante o chamamento feito pelo porta-voz do Exército aos "netos dos faraós" e aos "construtores das pirâmides", convocando-os ao entendimento. Usou de artimanha para tocar fundo no sentimento da população. No entanto, o Exército marcha cada vez mais para uma encruzilhada: dar sustentação ao presidente, que só quer sair em setembro com nova eleição, ou apoiar os sentimentos populares e destituir Mubarak.
   As pressões internacionais podem evitar esse racha no Exército egípcio, que seria catastrófico. Isto num país que, segundo o embaixador brasileiro no Cairo, Cesário Melantonio Melo, está reduzido a um Estado onde inexiste o direito.


FONTE: Jornal  Correio do Povo -  ANO 116 Nº 129 - PORTO ALEGRE, DOMINGO, 6 DE FEVEREIRO DE 2011








Valores morais em inversão



A sociedade brasileira tem sido brindada com algumas pérolas perigosas que denotam o grau de decomposição de valores morais e éticos, principalmente daquelas diretrizes que deveriam ser de berço. Há uma coletânea de casos chocantes, como os dos rapazes presos após espancar um morador de rua em São Paulo. Para eles, essa ação era permitida porque se tratava de um mendigo e tudo não teria passado de "uma brincadeira".

Esse argumento foi semelhante ao empregado pelos jovens que, há muitos anos, atearam fogo em um índio pataxó que estava dormindo na rua em Brasília. Todos eram de classe média alta, bem-nascidos e com poder aquisitivo. Outros episódios de violência gratuita foram o da agressão de vários jovens a uma doméstica no Rio de Janeiro porque pensaram que ela era uma prostituta e o do ataque homofóbico de um grupo de rapazes a estudantes na avenida Paulista, em São Paulo, só porque supuseram que se tratava de homossexuais. Sem nenhum pudor, tentaram desmentir os fatos gravados por uma câmera.

É preciso repensar os valores que estão sendo passados para nossas crianças e adolescentes. A par da proteção devida, é necessário incutir neles o respeito pelas diferenças e pelo modo de vida de cada um. Além disso, faz-se urgente retomar o papel de uma escola formadora de bons cidadãos, mas tendo claro que esse papel é subsidiário ao dos pais e responsáveis, que não podem delegar tarefas que lhes são próprias.

Diante de acontecimentos nada edificantes, em que jovens são os protagonistas, de pouco vale atitude meramente protecionista. Cobrar responsabilidades e aplicar as punições devidas é parte de um processo pedagógico que servirá para mostrar ao infrator que sua conduta está inadequada. Além disso, mostrar-se-á eficiente para que as vítimas não se sintam desprotegidas.
FONTE:Jornal Correio do Povo - Opinião - ANO 116 Nº 129 - PORTO ALEGRE, DOMINGO, 6 DE FEVEREIRO DE 2011.