O retrato de uma época está na cara dos ídolos dos jovens. A nossa época é incrivelmente genial. É preciso falar as coisas francamente e dar nome aos bois. O Brasil, como já se disse, afundou na decadência antes de ter chegado ao topo. Isso não é para qualquer país. Uma pesquisa publicada na revista Veja - que, como se sabe, é completamente cega - mostrou Roberto Justus à frente de Barack Obama e do presidente Lula na preferência da juventude brasileira pesquisada. Segundo uma senhora entrevistada pela Folha.com, ele é um modelo por ser bonito, bem-sucedido, rico e por ser casado com a filha da "garota de Ipanema". A culpa é do Tom e do Vinícius. Quem mandou encher a bola? Seria mais justo que o "tio" Justus fosse casado com a mãe da "garota de Ipanema".
É verdade que a pesquisa ouviu mais jovens da área de administração, o que só revela a riqueza do imaginário dos administradores. Em outra pesquisa, Justus já tinha aparecido à frente de Bernardinho, Luciano Huck, Nizan Guanaes, Caetano Veloso, Felipe Dylon e Fofão. Uau! Não tenho a menor ideia de quem seja Fofão, mas com um nome desses só pode ser uma sumidade. O Dylon, pelo que apurei, é um mauricinho que, tendo tudo na mão prematuramente, acabou internado numa clínica psiquiátrica para "repor potássio". Huhu! Um gênio. Pobre Caetano, reles artista, no meio de uma turma de feras dessas. Já o Luciano Huck é a imagem mais perfeita de uma cultura que se esqueceu de buscar a civilização. Estamos bem arrumados. Nossos jovens não admiram o talento, mas o sucesso, a fama, a visibilidade, a conta bancária.
A senhora entrevistada pela Folha.com para explicar a liderança de Justos saiu-se com esta pérola: "O Roberto representa a ambição de muito jovem universitário". Segundo ela, o apresentador "virou uma espécie de guru dessa geração de jovens". Quando Justus é o guru de uma geração, temos um fenômeno, um fato, um acontecimento. Vou confessar algo espetacular. Já fiz xixi junto com Justus num banheiro de Aeroporto. Lado a lado. Foi uma experiência transcendental, inesquecível, única. Em poucos segundos, pude avaliar a sua empatia. Cheguei a uma conclusão inapelável: Justus é pinto pequeno. No sentido figurado, claro. Perto de um Caetano Veloso. Se alguém queria entender a "sociedade do espetáculo", conceito criado por Guy Debord, aí está. Bem clarinho.
A "sociedade do espetáculo" é quando jovens universitários escolhem Roberto Justus como guru, preferindo-o a artistas como Caetano Veloso ou a políticos com Luiz Inácio e Barack Obama. A sociedade é espetacular quando Fofão, seja quem for, Luciano Huck e Felipe Dylon figuram como modelos para jovens matriculados no ensino superior. Só nos resta apelar para cima e clamar com o coração aos pinotes: Senhor, isso não é Justus. Perdão pelo trocadilho barato, mas, diante dessa dimensão, nada mais há a fazer.
Quem nos protegerá desses jovens que amanhã nos administrarão? Essa é a geração "eu quero mais é me dar bem". Aí, galera, numa boa, tô fora, tá ligado. Fui. Vazei. Já era. Até mais.
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JUREMIR MACHADO DA SILVA
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Segundo o relatório Estado do Mundo 2010, elaborado pelo Worldwatch Institute - um dos mais importantes e responsáveis organismos para o estudo de tendências na área da sustentabilidade -, a abolição do consumismo insustentável está em primeiro lugar entre as prioridades mundiais do atual momento histórico. Não podíamos, assim sendo, deixar de dedicar uma matéria de capa ao assunto e é isso o que fazemos neste número. Surgiu assim "Ascensão e queda do consumismo".
Quando cuidávamos da produção dessa matéria, voltaram-me à mente as imagens mais que alegóricas de Imelda Marcos, mulher do ditador filipino Ferdinand Marcos, e sua coleção de milhares de pares de sapatos de marcas famosas. Uma inteira ala do palácio do governo, em Manila, fora reservada para guardar os sapatos de madame. Enquanto isso, nas ruas, o povo clamava por comida.
Nas Filipinas acontecia o que comumente acontece em toda ditadura: o ditador, sua esposa e filhos deixam-se tomar pela mesma loucura, o delírio de onipotência.
Hoje, submetidos como estamos à ditadura do produzir e do consumir insustentáveis, somos nós as vítimas de uma loucura análoga: a cultura do desperdício. Mas a ciência deixa claro: hoje, a Terra precisa de quase 18 meses para repor o que a humanidade lhe tira em um ano. Portanto, para continuarmos a viver do que o planeta pode nos oferecer, só há uma alternativa: transformar substancialmente nossos padrões de consumo, abolindo a atual cultura do desperdício.
E, francamente, por que precisamos possuir 50 pares de sapatos se, como ensinam todos os estilistas sérios, com apenas meia dúzia deles podemos suprir em quaisquer circunstâncias nossa necessidade de andar calçados? Como diz nossa chamada de capa, consumir é preciso. Mas com moderação e dentro dos limites do sustentável.
SE NÃO HOUVER UMA MUDANÇA NOS PADRÕES DE CONSUMO E PRODUÇÃO, EM MENOS DE 50 ANOS SERÃO NECESSÁRIOS DOIS PLANETAS TERRA PARA ATENDER A NOSSAS NECESSIDADES DE ÁGUA, ENERGIA E ALIMENTOS
Luis Pellegrini - Diretor de Redação
Quando cuidávamos da produção dessa matéria, voltaram-me à mente as imagens mais que alegóricas de Imelda Marcos, mulher do ditador filipino Ferdinand Marcos, e sua coleção de milhares de pares de sapatos de marcas famosas. Uma inteira ala do palácio do governo, em Manila, fora reservada para guardar os sapatos de madame. Enquanto isso, nas ruas, o povo clamava por comida.
Nas Filipinas acontecia o que comumente acontece em toda ditadura: o ditador, sua esposa e filhos deixam-se tomar pela mesma loucura, o delírio de onipotência.
Hoje, submetidos como estamos à ditadura do produzir e do consumir insustentáveis, somos nós as vítimas de uma loucura análoga: a cultura do desperdício. Mas a ciência deixa claro: hoje, a Terra precisa de quase 18 meses para repor o que a humanidade lhe tira em um ano. Portanto, para continuarmos a viver do que o planeta pode nos oferecer, só há uma alternativa: transformar substancialmente nossos padrões de consumo, abolindo a atual cultura do desperdício.
E, francamente, por que precisamos possuir 50 pares de sapatos se, como ensinam todos os estilistas sérios, com apenas meia dúzia deles podemos suprir em quaisquer circunstâncias nossa necessidade de andar calçados? Como diz nossa chamada de capa, consumir é preciso. Mas com moderação e dentro dos limites do sustentável.
SE NÃO HOUVER UMA MUDANÇA NOS PADRÕES DE CONSUMO E PRODUÇÃO, EM MENOS DE 50 ANOS SERÃO NECESSÁRIOS DOIS PLANETAS TERRA PARA ATENDER A NOSSAS NECESSIDADES DE ÁGUA, ENERGIA E ALIMENTOS
E-mail: luispellegrini@terra.com.br
Site: www.luispellegrini.com.br
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Desmate destruiu 1,23% do pampa gaúcho em 6 anos
THAIS BILENKY
DE BRASÍLIA
Entre 2002 e 2008, o pampa gaúcho teve 1,23% de sua área destruída, totalizando 2.200 km2 de desmate, indica levantamento inédito do Ministério do Meio Ambiente.
O bioma com gramíneas e plantas rasteiras tem hoje só 36% da extensão original, mesmo tendo sido o que menos sofreu em anos recentes.
São Lourenço do Sul, que integra rota turística "Gaúcho do Pampa ao Mar"; desmate destruiu 1,23% do pampa gaúcho.
Dos 177,8 mil km2 do bioma no Brasil, calcula-se o abate de 364 km2 ao ano. "Sabíamos que havia perda, mas não sabíamos a magnitude", disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Segundo ela, a pecuária foi o motor da devastação ao longo dos anos. "Um pico de entrada de soja" explicaria o desmatamento mais recente.
Já se sabe com precisão que restam 52% do Cerrado, 54% da Caatinga e 85% da Amazônia (número depende do critério usado). No mês que vem, o ministério divulga dados da Mata Atlântica, único bioma ainda sem análise recente por satélite.
fonte:http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/771495-desmate-destruiu-123-do-pampa-gaucho-em-6-anos.shtml
DE BRASÍLIA
Entre 2002 e 2008, o pampa gaúcho teve 1,23% de sua área destruída, totalizando 2.200 km2 de desmate, indica levantamento inédito do Ministério do Meio Ambiente.
O bioma com gramíneas e plantas rasteiras tem hoje só 36% da extensão original, mesmo tendo sido o que menos sofreu em anos recentes.
São Lourenço do Sul, que integra rota turística "Gaúcho do Pampa ao Mar"; desmate destruiu 1,23% do pampa gaúcho.
Dos 177,8 mil km2 do bioma no Brasil, calcula-se o abate de 364 km2 ao ano. "Sabíamos que havia perda, mas não sabíamos a magnitude", disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Segundo ela, a pecuária foi o motor da devastação ao longo dos anos. "Um pico de entrada de soja" explicaria o desmatamento mais recente.
Já se sabe com precisão que restam 52% do Cerrado, 54% da Caatinga e 85% da Amazônia (número depende do critério usado). No mês que vem, o ministério divulga dados da Mata Atlântica, único bioma ainda sem análise recente por satélite.
fonte:http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/771495-desmate-destruiu-123-do-pampa-gaucho-em-6-anos.shtml
terça-feira, 20 de julho de 2010
Pesquisador encontra planta capaz de neutralizar veneno de surucucu
Serpente é uma das mais letais que existem no Brasil.
Ela vive na Amazônia e na Mata Atlântica.
Dennis Barbosa
Do Globo Amazônia, em São Paulo
Pesquisa realizada no Laboratório de Venenos e Toxinas de Animais e Avaliação de Inibidores (Lavenotoxi) do Departamento de Biologia Celular e Molecular do Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) identificou uma planta capaz de neutralizar o veneno da cobra surucucu, a maior serpente venenosa da América do Sul, e também uma das mais letais que existem no país.
A surucucu ocorre na Amazônia e na Mata Atlântica. Embora somente 2% dos acidentes com cobras envolvam essa espécie, metade das pessoas picadas acabam morrendo. A jararaca, que responde por 90% dos casos no país, tem um índice de letalidade de 0,2%.
E para os sobreviventes da picada de surucucu não há estatística em relação às amputações e deformidades que seu ataque causa.
Atualmente já é possível combater a picada de surucucu com soro antiofídico produzido a partir do próprio veneno. Este método, porém, traz efeitos colaterais como reações alérgicas que podem levar até à morte, se acontecer o choque anafilático.
Em teoria, usando um produto feito a partir da planta, isso não deveria ocorrer.
No entanto, para que o Stryphnodendron barbatiman vire um produto para uso efetivo, serão necessários anos de teste clínicos. O trabalho de Cisne é uma pesquisa de base que aponta as propriedades antiofídicas da planta.
Coincidentemente, o Stryphnodendron barbatiman já está registrado junto à Anvisa como uma variedade fitoterápica, graças às suas características cicatrizantes e antihemorrágicas. Isso pode acelerar sua adoção também como antiofídico, acredita André Fuly, orientador de Cisne na pesquisa.
Ela vive na Amazônia e na Mata Atlântica.
Dennis Barbosa
Do Globo Amazônia, em São Paulo
Pesquisa realizada no Laboratório de Venenos e Toxinas de Animais e Avaliação de Inibidores (Lavenotoxi) do Departamento de Biologia Celular e Molecular do Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) identificou uma planta capaz de neutralizar o veneno da cobra surucucu, a maior serpente venenosa da América do Sul, e também uma das mais letais que existem no país.
A surucucu é a serpente mais venenosa do país, e tem como habitat as florestas da Amazônia e Mata Atlântica. (Foto: Daniella Clark/G1)
O pesquisador Rafael Cisne de Paula testou 12 plantas diferentes em relação a quatro diferentes efeitos causados pelo veneno da surucucu, e o Stryphnodendron barbatiman, também conhecido como barbatimão, uma árvore típica do cerrado, mostrou 100% de efetividade na inibição de todos eles. A surucucu ocorre na Amazônia e na Mata Atlântica. Embora somente 2% dos acidentes com cobras envolvam essa espécie, metade das pessoas picadas acabam morrendo. A jararaca, que responde por 90% dos casos no país, tem um índice de letalidade de 0,2%.
E para os sobreviventes da picada de surucucu não há estatística em relação às amputações e deformidades que seu ataque causa.
Atualmente já é possível combater a picada de surucucu com soro antiofídico produzido a partir do próprio veneno. Este método, porém, traz efeitos colaterais como reações alérgicas que podem levar até à morte, se acontecer o choque anafilático.
Em teoria, usando um produto feito a partir da planta, isso não deveria ocorrer.
No entanto, para que o Stryphnodendron barbatiman vire um produto para uso efetivo, serão necessários anos de teste clínicos. O trabalho de Cisne é uma pesquisa de base que aponta as propriedades antiofídicas da planta.
Coincidentemente, o Stryphnodendron barbatiman já está registrado junto à Anvisa como uma variedade fitoterápica, graças às suas características cicatrizantes e antihemorrágicas. Isso pode acelerar sua adoção também como antiofídico, acredita André Fuly, orientador de Cisne na pesquisa.
Como fica a África do Sul após a Copa do Mundo?
A Copa encheu os sul-africanos de orgulho (Fonte: EPA)
ÁFRICA
Após evento que uniu diferentes etnias sob a bandeira nacional, país volta a conviver com problemas como violência e pobreza
A realização da Copa do Mundo na África do Sul foi um sucesso. Torcedores estrangeiros, que a princípio estavam céticos, voltaram para casa contaminados pela energia africana. Mesmo após a eliminação prematura do time da casa, os sul-africanos continuaram agitando suas bandeiras e soprando suas vuvuzelas.
Após o apito final no dia 11 de julho, o presidente Jacob Zuma agradeceu a seus compatriotas pelo mês “inspirador e renovador”. Sepp Blatter, presidente da FIFA, deu à África do Sul uma nota nove pela realização da Copa e afirmou que apoiará qualquer iniciativa do país para sediar as Olimpíadas. Durban já apresentou uma proposta, e a Cidade do Cabo deve seguir pelo mesmo caminho.
Mas será que a África do Sul quer mesmo sediar outro mega-evento esportivo? A Copa do Mundo custou cerca de 55 bilhões de rands (US$ 7,3 bilhões), o equivalente a 6% do orçamento anual do país. Num país onde mais de 40% das pessoas vivem com menos de US$ 2 ao dia, a FIFA acabará com boa parte dos lucros, cerca de 25 bilhões de rands, deixando a África do Sul com os elefantes brancos: os dez magníficos, porém agora inúteis, estádios de futebol criados para o evento. Mas a África do Sul também lucrou. Cerca de meio milhão de turistas visitou o país pela primeira vez, motivados pela Copa.
Talvez o grande benefício da Copa tenha sido a ressurreição da auto-estima sul-africana. A Copa encheu de orgulho a população local, negra e branca. A bandeira sul-africana de seis cores, antes desprezada pela população branca, agora está em carros, lojas e casas de todos os grupos raciais. O futebol, antes visto como o esporte dos negros, foi adotado por todos, e até mesmo um juiz branco utilizou o uniforme da seleção nacional em pleno tribunal. No último mês uma nação dividida se reaproximou. Pode ser algo temporário, mas, sem dúvida, é algo que será lembrado no futuro.
Após o período de excitação, a imprensa sul-africana voltou à sua programação normal de crime, abuso policial, estupradores de crianças, corrupção, protestos, problemas de energia, desastres automobilísticos, ameaças de greves e disputas políticas. O retorno de ataques xenófobos teve como alvo imigrantes africanos – a maioria deles, do Zimbábue – que têm sido perseguidos e estão retornando a seus países de origem.
Enquanto isso, os sul-africanos se perguntam por que um país capaz de sediar um evento global de tamanha magnitude não consegue encontrar a mesma dedicação para resolver seus problemas. Como Zuma disse recentemente, os sul-africanos não podem – 16 anos após a conquista da democracia – seguir culpando o Apartheid por todos os seus problemas.
FONTE : http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/africa-oriente-medio/como-fica-a-africa-do-sul-apos-a-copa-do-mundo/?optin
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Cai índice de fumantes no Brasil, mas sobe abuso de álcool
Índice de brasileiros que fuma é inferior ao de países como Argentina e Estados Unidos
Foto: Charles Guerra
Levantamento do Ministério da Saúde oi feito com 54 mil adultos
A porcentagem de brasileiros que fumam caiu de 16,2% em 2006 para 15,5% em 2009, mas o índice dos que admitem abusar da bebida alcoólica subiu de 16,2% para 18,9% no mesmo período, segundo um estudo divulgado ontem pelo Ministério da Saúde.
Enquanto 19% dos homens fumam, a porcentagem é reduzida para 12,5% entre as mulheres. Os dados estão no relatório Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas, realizado anualmente desde 2006 e que no ano passado entrevistou 54 mil adultos por telefone.
O índice de brasileiros que fuma é muito inferior ao de países como a Argentina (35%) e Estados Unidos (40%), de acordo com os dados citados pelo Ministério da Saúde em comunicado.
Além de ter proibido totalmente a publicidade do tabaco, o governo elevou os impostos sobre os cigarros e obrigou os fabricantes a estampar nos maços fotografias de grande impacto para advertir sobre os riscos de fumar.
O Ministério da Saúde também apoiou as leis aprovadas em diferentes estados e cidades que proíbem o tabaco em espaços coletivos, incluindo bares, empresas e meios de transporte.
Entretanto, a porcentagem de brasileiros que abusam da bebida alcoólica se elevou. O abuso do álcool varia de 28,8% entre os homens e 10,4% entre as mulheres.
O índice de homens que abusam do álcool supera o de países como o Chile (17%), EUA (15,7%) e Argentina (14%).
O governo também se esforçou para combater o consumo de álcool com legislações como a que proíbe a publicidade de cervejas e eleva os custos das bebidas.
Igualmente impulsionou a aprovação da Lei Seca, que reduziu a zero a tolerância com os motoristas que consomem bebidas alcoólicas.
Segundo o Ministério da Saúde, a Lei Seca, que entrou em vigor há dois anos, permitiu uma redução de 6,2% dos acidentes no país apenas no ano passado.
Fonte: www.clicrbs.com.br/especial/rs/donna/
domingo, 13 de junho de 2010
VERSOS BIODIVERSOS
Homenagem à
II SEMANA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE DE PIRATINI de 2010 que traz como tema
“2010: ANO INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE”
Se Deus fez tudo - ou não fez
(No conceito dos ateus) -,
Os rios, os campos, as matas
São tesouros não só meus.
Pertencem aos meus irmãos
Habitantes deste mundo
Aos quais eu estendo as mãos
Com o respeito mais profundo.
Pois, além de qualquer fé,
De opinião ou teoria,
Devo entender a lição
Que nos traz a Ecologia.
Ela ensina a relação
Entre o ser e o seu meio,
Que o planeta é nossa casa,
E poluí-la é muito feio.
Cada espécie de ser vivo
Tem missão no ecossistema
E a extinção dessas vidas
Já nos traz grande problema.
Ser Humano, meu irmão,
Que te arrogas RACIONAL,
Respeita a terra onde pisas
E o mais pequeno animal.
Olha o lixo na sarjeta,
Contempla a flor a teus pés,
E o que pede este Planeta
Neste ano 2010.
Não por acaso, as Nações
Unidas com seriedade,
Dedicaram este ano
À BIODIVERSIDADE.
Do norte ao sul deste mundo,
E não um país somente,
Marcou-se o cinco de junho
Dedicado ao Meio Ambiente.
Piratini, com sua gente
Aguerrida em tempos idos,
Quer plantar em seu presente,
Colher frutos coloridos.
Quer semear a terra fértil,
E prepará-la a seus netos,
Com vozes de passarinhos
Em diferentes dialetos.
Com mamíferos, insetos,
Com répteis e com aves,
Onde o Desenvolvimento
Não veja no verde entraves...
Sejamos, sim, racionais,
Pensadores, de verdade,
Pra não matarmos jamais
Nossa BIODIVERSIDADE!
1º DE JUNHO DE 2010.
JUAREZ MACHADO DE FARIAS
II SEMANA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE DE PIRATINI de 2010 que traz como tema
“2010: ANO INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE”
Se Deus fez tudo - ou não fez
(No conceito dos ateus) -,
Os rios, os campos, as matas
São tesouros não só meus.
Pertencem aos meus irmãos
Habitantes deste mundo
Aos quais eu estendo as mãos
Com o respeito mais profundo.
Pois, além de qualquer fé,
De opinião ou teoria,
Devo entender a lição
Que nos traz a Ecologia.
Ela ensina a relação
Entre o ser e o seu meio,
Que o planeta é nossa casa,
E poluí-la é muito feio.
Cada espécie de ser vivo
Tem missão no ecossistema
E a extinção dessas vidas
Já nos traz grande problema.
Ser Humano, meu irmão,
Que te arrogas RACIONAL,
Respeita a terra onde pisas
E o mais pequeno animal.
Olha o lixo na sarjeta,
Contempla a flor a teus pés,
E o que pede este Planeta
Neste ano 2010.
Não por acaso, as Nações
Unidas com seriedade,
Dedicaram este ano
À BIODIVERSIDADE.
Do norte ao sul deste mundo,
E não um país somente,
Marcou-se o cinco de junho
Dedicado ao Meio Ambiente.
Piratini, com sua gente
Aguerrida em tempos idos,
Quer plantar em seu presente,
Colher frutos coloridos.
Quer semear a terra fértil,
E prepará-la a seus netos,
Com vozes de passarinhos
Em diferentes dialetos.
Com mamíferos, insetos,
Com répteis e com aves,
Onde o Desenvolvimento
Não veja no verde entraves...
Sejamos, sim, racionais,
Pensadores, de verdade,
Pra não matarmos jamais
Nossa BIODIVERSIDADE!
1º DE JUNHO DE 2010.
JUAREZ MACHADO DE FARIAS
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